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domingo, 20 de setembro de 2015

Tesouro direto com título prefixado a taxa de 15,86% a.a. ?

Por incrível que pareça, ainda há pessoas que não conhecem a modalidade de investimentos em Tesouro Direto, que preferem deixar seu dinheiro conquistado com suor na Poupança. O que muitos não se atentam é que a Poupança está perdendo feio para a inflação, então em vez de render, seu dinheiro perde poder de compra.
O Tesouro direto é simples de investir, as pessoas tem medo de investir por desconhecer como funciona e pelo fato de normalmente não conhecer pessoas que aplicam nesta modalidade, então simplesmente ignoram que podem ter rendimento real e na maioria das vezes com o dobro de rendimento da poupança. Há incidência de IR sobre os lucros, mas mesmo assim ainda compensa, e deve ser levado em consideração os prazos de vencimentos dos títulos. Fiz um post sobre como funciona o Tesouro Direto, leia clicando aqui.

Há títulos prefixados rentabilizando 15,86% ao ano ou indexados ao IPCA, rendem IPCA+7,62% ao ano sendo um excelente rendimento não? Você pode consultar a disponibilidade destes títulos direto no site do Tesouro direto.

Veja abaixo a tabela de pagamentos dos cupons semestrais do Tesouro Direto, onde você pode até programar sua liquidez de acordo com sua necessidade.
Não perca mais tempo com a poupança, aproveite para ter rendimentos muito superiores onde pode começar com apenas R$ 30,00 por exemplo, vai te fazer falta?

segunda-feira, 9 de março de 2015

Juros altos, o que acontece com a poupança ?

O tempo passa, o tempo voa, mas a poupança continua perdendo feio para a inflação. Em tempos de juros e inflação alta, o correntista da poupança perde ainda mais o poder de compra na rentabilização de seu dinheiro. Com os juros acima de 8,5% a poupança remunera 0,5% + TR, que é muito baixo para uma aplicação. Segundo as notícias dos últimos dias, as retiradas nesta aplicação geraram um deficit entre o valor aplicado e resgatado.
Neste contesto de juros e inflação alta, vale muito mais a pena investir na renda fixa (para os poupadores de poupança), como CDB por exemplo, que tem juros atrativos com este cenário. 
Infelizmente a maioria da população conhece historicamente somente a poupança, aplicando neste produto por ser fácil de entender e acompanhar. Mas fazendo as contas, irão perceber que o poder de compra de seu dinheiro, está perdendo para a inflação e isto vai refletir em perdas maiores a longo prazo. Mude, tome atitude e procure saber mais sobre outros tipos de investimentos!

domingo, 13 de abril de 2014

Tesouro Direto, uma opção de investimento desconhecida para a maioria dos brasileiros!

O que é o Tesouro Direto ?

O Tesouro Direto é um programa de venda de títulos públicos a pessoas físicas desenvolvido pelo Tesouro Nacional, em parceria com a BM&FBOVESPA.
Investir no Tesouro Direto é simples e você não precisa de muito dinheiro para começar. Essa alternativa de aplicação permite investimentos a partir de R$ 60,00 ( 10% do valor de um título.ex. título R$ 600,00 você pode comprar 10% = R$ 60,00), de curto, médio ou longo prazo. No Tesouro Direto, você mesmo gerencia seus investimentos,  e faz seus investimentos de acordo com suas necessidades de rentabilidade ( Pré-fixado ou Pós-fixado).

Uma vez comprados os títulos, você receberá os rendimentos da aplicação até o vencimento do papel (data predeterminada para o resgate do título), quando os recursos são depositados em sua conta com o rendimento combinado. Mas sempre que precisar, você pode vendê-los antes de seu vencimento ao Tesouro Nacional às quartas-feiras, pelo seu valor de mercado (pode ocorrer perda de rentabilidade ou até receber menos do que aplicou).

O rendimento da aplicação em títulos públicos é bastante competitivo se comparado com as outras aplicações financeiras de renda fixa existentes no mercado. As taxas de administração e de custódia são baixas e o Imposto de Renda só é cobrado no momento da venda, pagamento de cupom de juros ou vencimento do título.

O que são Títulos Públicos ?

Os títulos públicos são ativos de renda fixa, ou seja, seu rendimento pode ser dimensionado no momento do investimento, ao contrário dos ativos de renda variável (como ações), cujo retorno não pode ser estimado no instante da aplicação. Dada a menor volatilidade dos ativos de renda fixa frente aos ativos de renda variável, este tipo de investimento é considerado mais conservador, ou seja, de menor risco.

O investidor deve escolher, entre os títulos ofertados, aqueles cujas características sejam compatíveis com o seu perfil e com o objetivo de seu investimento. Existem títulos prefixados, cuja taxa de rentabilidade é determinada no momento da compra. Há também títulos pós-fixados, cujo valor do título é corrigido por um indexador definido, como os títulos remunerados por índices de preços e indexados à taxa de juros básica da economia, a Selic. Os títulos podem ser ainda de curto, médio ou longo prazo, e realizar ou não pagamento de cupom semestrais de juros.

Títulos públicos são considerados os ativos de menor risco da economia de um País, e são 100% garantidos pelo Tesouro Nacional. O Brasil possui excelente reputação de emissor, sendo que seus títulos são considerados Grau de Investimento pelas três maiores agências de classificação de risco.
Como investir no Tesouro Direto

Para começar a investir, é preciso seguir os seguintes passos:

1. Cadastre-se no site do Tesouro Direto e abra uma conta em uma corretora de valores. Pode aplicar direto do banco que você tem conta, mas normalmente pelos custos não compensa;

2. Análise o prazo do título que pretende comprar
É importante que o prazo do título esteja relacionado com seu objetivo para a aplicação. Se estiver juntando dinheiro para comprar uma casa ou se aposentar, por exemplo, prefira títulos com prazos de vencimento mais longos. Assim, é possível conseguir uma rentabilidade mais elevada. Mas evite títulos longos se o saque do dinheiro estiver programado para daqui a poucos meses porque, quando resgata um papel antes do vencimento, o investido corre o risco de amargar perdas;

3. Acompanhe o desempenho
Dependendo do título, pode valer a pena vender antes do vencimento com rentabilidade maior. É interessante ficar de olho na rentabilidade com certa frequência e aproveitar bons momentos de saída.

4. O Tesouro disponibiliza reinvestimento automático e compra programada
 As funcionalidades do Tesouro Direto devem ser utilizadas principalmente pelos investidores de longo prazo e que compram títulos periodicamente.

5. Resgates apenas às quartas-feiras
Um investidor que compra um título com vencimento em 2030 não precisa esperar até lá se quiser pegar seu dinheiro de volta. O Tesouro Nacional recompra os papéis em poder do público todas as quartas-feiras ,com exceção das semanas em que há reunião do Copom, quando essas operações são realizadas só às quintas-feiras. A liquidez é semanal, portanto.

Os três tipos de títulos mais populares entre as pessoas físicas são:

LTN (Letra do Tesouro Nacional) – Título com rentabilidade definida (prefixada) no momento da compra
Este tipo de título possui taxa predefinida no momento da compra. Isso quer dizer que, ao adquirir uma LTN, o investidor já sabe, na hora, qual será a taxa de juros paga no final do período de aplicação.
Assim, este título é indicado principalmente quando a taxa de juros está alta, mas existe a tendência de que ela recue. Desta forma, o investidor "trava" a sua rentabilidade com a Selic elevada, e, depois, mesmo que ela caia, vai receber aquela rentabilidade maior ao final do prazo do investimento.

LFT (Letra Financeira do Tesouro) - Título com rentabilidade diária vinculada à taxa Selic

Ao investir em uma LFT, o investidor não sabe exatamente qual será a sua rentabilidade no final do período. Isto porque ela vai depender da variação da taxa básica de juros. Se a Selic subir, a tendência é que a remuneração seja maior, e vice-versa.
Por isso, este título é mais indicado em caso de expectativa de que a taxa de juros suba ou permaneça em um patamar elevado – assim, a remuneração também será mais atrativa. Para investidores que não acompanham o mercado e podem precisar resgatar o dinheiro a qualquer momento, esse também é o título mais indicado.

NTN-B (Nota do Tesouro Nacional série B) - Títulos com rentabilidade vinculada à variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo, que mede a inflação “oficial” do país), acrescida de juros

Assim como no caso da LFT, o investidor que compra uma NTN-B não sabe exatamente qual será a sua remuneração no final do período de validade do título, já que a rentabilidade é baseada no IPCA, um índice de inflação que flutua todos os meses.
Este tipo de título é indicado para quando existe a expectativa de que a inflação aumente, pois assim o investidor não só protege seu patrimônio como ainda pode ganhar poder aquisitivo.

Na tabela abaixo, segue a tabela com os títulos disponíveis para a compra atualizado em 11-04-2014.

Quais são os custos envolvidos?

Os custos do Tesouro Direto costumam ser mais baixos que os de fundos DI e de renda fixa:

Taxa de custódia

Cobrada pela BM&FBovespa sobre o valor dos títulos, referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos. A taxa é cobrada semestralmente e representa o equivalente a 0,3% ao ano.

Taxa dos agentes de custódia

As taxas cobradas pelos agentes de custódia são livremente acordadas com os investidores. São cobradas pelas corretoras. O Tesouro Nacional disponibiliza uma tabela com o valor cobrado por cada corretora (consulte aqui).

Como em qualquer aplicação de renda fixa sem isenção, sobre os ganhos com títulos do Tesouro Direto também são cobrados impostos. O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é devido apenas quando o prazo da aplicação for inferior a 30 dias. Já o Imposto de Renda é sempre obrigatório. A alíquota é de 22,5% do lucro para investimentos de até 180 dias; 20% para 181 a 360 dias; 17,5% para 361 a 720 dias e 15% para investimentos de 721 dias ou mais.

O Tesouro Direto ganhará sempre da poupança ?

Os títulos públicos nem sempre são a aplicação de baixo risco mais interessante. Para momentos em que a Selic esteja em 7,25% ao ano, por exemplo, a “velha poupança” tem um rendimento líquido superior ao das LFT. Fundos DI que cobrem taxas de administração de até 0,3% também podem bater as LFT, o título do Tesouro Direto mais seguro. Os CDB de bancos que paguem mais de 100% do CDI também podem ser mais interessantes  mas, nesse caso, é recomendável nunca investir mais de R$ 250 mil em papéis de um único banco para contar sempre com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) em caso de quebra da instituição financeira.

O único título do Tesouro Direto com risco de mercado baixíssimo é a LFT. O papel paga um rendimento equivalente à Selic (taxa básica de juros da economia brasileira) e é indicado para investidores mais conservadores. Em momento em que não há a expectativa de alta dos juros, os investidores com mais tolerância ao risco podem investir apenas o dinheiro da reserva de emergência em LFT.

A NTN-B é o papel ideal para poupar para a aposentadoria. Como esses títulos possuem vencimento muito longos (como 2035 ou 2050, entre outros), o investidor pode “casar” o prazo de vencimento do título com a data esperada para sua aposentadoria. Como pagam inflação mais juros, o investidor também garante um ganho real de poder aquisitivo ao longo dos anos.




As LTN são especialmente interessantes quando os juros estão em um patamar muito alto. O investidor que compra LTN nessas ocasiões consegue garantir uma taxa de juros atraente para seu investimento durante alguns anos. É importante lembrar que, se errar a aposta e os juros subirem ainda mais, o investidor terá perdas no curto prazo. Outro problema é que o Tesouro Nacional procura evitar a emissão de LTN com prazos longos de vencimento quando a Selic está em um patamar muito elevado.


Títulos com cupom semestral (NTN-B e NTN-F) pagam aos investidores juros a cada semestre. São indicados a quem planeja viver da renda desses papéis, já que, a cada seis meses, um montante de dinheiro cairá na conta. Para os demais, é mais fácil optar por títulos sem cupom (NTN-B Principal e LTN), já que não será necessário ter o trabalho de reinvestir o cupom a cada seis meses. Outro problema é que o investidor paga IR no momento do recebimento do cupom. Em papéis sem cupom, esse montante pago à Receita Federal poderia continuar rendendo.

Que tal simular seu investimento?

O site do Tesouro Direto permite simular a rentabilidade de suas aplicações em títulos públicos. Através de uma calculadora, é possível verificar quanto seria seu lucro com determinado título, prazo e valor aplicado. Acesse a calculadora através deste link (calculadora).

É importante lembrar que independente da variação do título comprado, caso resgate o título somente no vencimento, você irá receber exatamente o valor com os juros acordados. Devido a falta de informação, muitos acabam retirando o valor quando vêm uma forte desvalorização, o que é um profundo erro por parte do investidor.

Então recomendo que acesse o site do Tesouro https://www.tesouro.fazenda.gov.br/ e faça uma boa leitura antes de começar a investir. Lembrando que o ideal é que tenha a sua segurança com aplicação de 6 meses na poupança antes de iniciar mais esta opção de investimento.


quarta-feira, 2 de abril de 2014

Você conhece a aplicação em CDB ?

 O CDB, Certificado de Depósito Bancário, é uma aplicação de renda fixa, cuja rentabilidade  e o prazo são conhecidos no ato da aplicação, com pagamento em datas preestabelecidas, remunerados a taxas pré ou pós-fixadas.

É um título que os bancos emitem para se capitalizar , ou seja, conseguir dinheiro para financiar suas atividades de crédito. Portanto, ao adquirir um CDB, o investidor está efetuando uma espécie de “empréstimo” para a instituição bancária em troca de uma rentabilidade diária.
Existem três tipos principais de CDB: o prefixado, o pós-fixado e os que pagam juros mais um índice de inflação. No primeiro, o investidor negocia com o banco uma taxa predefinida e, durante a vigência daquele título, receberá sempre a remuneração que foi acordada.

Outro tipo de CDB é aquele cuja remuneração varia de acordo com um índice de inflação (principalmente o IPCA) e uma taxa de juros prefixada. Então o investidor pode ganhar, por exemplo, IPCA mais 5% ao ano para comprar e segurar o papel até o vencimento.
O tipo mais comum de CDB, no entanto, é o pós-fixado. Neste caso, a rentabilidade do investimento é baseada em alguma taxa de referência. A principal delas é o CDI (certificado de depósito interbancário), que está sempre muito próxima da Selic (taxa básica de juros).
Isso quer dizer que, ao comprar um CDB pós-fixado, você terá uma rentabilidade parecida com a Selic. Mas é preciso se atentar ao percentual que será pago do CDI não é fixo e pode variar de banco para banco, dependendo do valor investido e da negociação efetuada. Existem instituições que oferecem uma rentabilidade de 70% do CDI enquanto outras chegam a pagar 115%, por exemplo. Podem também efetuar uma progressão no rendimento de acordo com o prazo, exemplo, começando com 80% do CDI até 90 dias, 90% de 90 a 120 dias e assim por diante até chegar ao máximo ofertado pelo banco.

Há risco de aplicar no CDB?  Existe a possibilidade do risco do banco quebrar por exemplo,mas  esta aplicação é garantida pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até o limite de R$ 250 mil. Caso o banco emissor do CDB quebre, o investidor tem a segurança de ter até este valor garantido pelo fundo.  Caso você tenha mais dinheiro, o ideal é dividir os recursos entre diferentes instituições financeiras de forma que nunca tenha mais de R$ 250 mil aplicados em papéis de um mesmo banco.

Você não precisa necessariamente comprar um CDB do banco onde tem conta. Pesquise os bancos que oferecem a maior remuneração ou  corretoras que possuem plataformas de distribuição de CDB de diversos bancos, o que facilita a pesquisa. Encontrar a melhor taxa pode fazer uma grande diferença no longo prazo, os bancos menores normalmente oferecem maior remuneração, mas com valor mínimo de aplicação maior assim como o prazo.
Você pode escolher entre CDB pré e pós-fixado ou indexado a um índice de inflação. Os prefixados são indicados quando a taxa de juros está alta, mas com tendência de queda. Os pós-fixados são indicados para quando a tendência da taxa é subir ou permanecer alta. Já o CDB que paga um índice de inflação mais juros é indicado para quem quer proteger o poder de compra no longo prazo e ainda obter um ganho real.

Uma das principais vantagens do CDB é que não é cobrada nenhuma taxa para essa aplicação, ao contrário de fundos DI ou Tesouro Direto, por exemplo. Mas o investidor terá de pagar IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para aplicações de menos de 30 dias, conforme tabela abaixo:


Outro tributo, este obrigatório para todos os casos de investimento em CDB, é o Imposto de Renda. A alíquota varia de acordo com o prazo da aplicação: 22,5% do lucro para investimentos de até 180 dias; 20% para 181 a 360 dias; 17,5% para 361 a 720 dias e 15% para 721 dias ou mais.

Nem todos os CDB possuem liquidez diária. Isso quer dizer que o investidor pode ter de esperar o término do prazo de carência para resgatar os recursos. Nesses casos, entretanto, geralmente o retorno é mais interessante.
 O DI acompanha a taxa básico de juro (Selic) e, por isso, é utilizado como parâmetro de remuneração em títulos pós-fixados. 

Caso tenha curiosidade de calcular a remuneração, o primeiro passo é dividir a taxa DI do dia por 252 (número convencionalmente utilizado no mercado financeiro para definir o número de dias úteis em um ano). Essa conta é necessária porque a taxa DI é anual, mas a oscilação do Certificado varia diariamente. O resultado deste cálculo é a rentabilidade do primeiro dia. 

Para saber quanto vale seu investimento, é necessário saber a porcentagem do DI que o banco paga na aplicação. Isso é informado logo no início do investimento, quando o cliente compra o CDB. Se o banco paga 90% do DI, basta calcular 90% do juro do dia. 

Rentabilidade Diária = [(taxa DI diária/252) x 100] x porcentagem do DI paga no CDB 

No segundo dia de acompanhamento, o procedimento é o mesmo. O investidor deve dividir a taxa diária por 252 e depois calcular a porcentagem que o banco remunera. Mas, ao invés de somar esse resultado com o do dia anterior, o investidor deve multiplicá-los, isso ocorre porque são juros compostos. A pessoa deve fazer isso diariamente, até o vencimento do CDB. Depois de um mês, por exemplo, o investidor irá obter a rentabilidade do período. 
Sinceramente, eu prefiro ver o saldo a cada semana, mais fácil e prático.

Este tipo de aplicação é recomendada para prazo de médio a longo prazo por conta de liquidez (disponibilidade do dinheiro para sacar).