O que esperar do mercado financeiro em 2016? um milagre? impeachment? golpes? ameaça de crise chinesa? alta de juros ? PIB mais negativo que o esperado? a volta de Jesus?
Todos nós podemos enumerar diversas listas com as possibilidades que podem ocorrer no mercado financeiro, particularmente no Brasil, devido a crise ser mais política, mas que paralisou a economia. O governo brasileiro é incapaz de articular ações que gerem estabilidade econômica, apesar de saber que tem que cortar gastos e planejar melhor os investimentos principalmente nos setores da economia que alavancam a produção, estão preocupados em determinar qual partido será melhor para o país.
De qualquer forma, os investidores estão apreensivos com o cenário que está por vir, pois há pressão no mercado externo em relação a alta do dólar e aumento da taxa de juros nos EUA, e principalmente o que a nossa "equipe econômica" pode fazer.
A priori, a maioria está na defensiva com seus investimentos, apostando em renda fixa pré-fixada (CDB, Tesouro Direto) e outros produtos que não tenham tanta volatilidade por conta das taxas de juros. Quem tem condições de aplicar parte de seu capital em renda variável (principalmente ações), mas pensando em médio e longo prazo, pode colher rendimentos muito bons. A incerteza domina todas as cabeças dentro e fora de nosso país, a única certeza que podemos ter, é que não a certeza de nada!
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Você vai continuar a investir na poupança?
Em tempos de crise, é preciso ficar atento aos seus investimentos, principalmente se você está iniciando sua carteira. Veja que no quadro acima, as variações da Selic, CDI, CDB e poupança fazem uma bela diferença dependendo do tipo de aplicação. Em Agosto, as aplicações que tem sua correção pela Selic e CDI estão a frente do CDB, e a poupança ? desespero total, sempre a menor taxa.
Para este momento, o título do Tesouro atrelado a Selic é uma ótima opção, e em renda fixa, os CDB´s com estão rentabilizando mais de 102% do CDI, com valores a partir de R$ 5.000,00.
Fique atento as suas aplicações, pois você pode perder dinheiro facilmente, então o melhor é aproveitar os juros altos ao seu favor, obtendo um melhor rendimento neste cenário de crise e incertezas.
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domingo, 22 de junho de 2014
Aplicação em LCI, melhor que o CDB?
O objetivo dos investidores é aliar segurança com maior
rentabilidade, normalmente as aplicações em renda fixa viabilizam esta
premissa. Somando a isto uma aplicação que tenha isenção de IR, o mundo parece
perfeito para este investidor.
Uma ótima opção neste contexto são as LCIs
(Letras de Crédito Imobiliário) ,
conservadoras e de baixo risco, mas com uma rentabilidade maior do que
muitas alternativas mais tradicionais, principalmente por conta da isenção do
Imposto de Renda, na fonte e na declaração, para os investidores pessoa física.
O ems LCIs podem ser lastreadas em créditos imobiliários garantidos por
hipoteca ou por alienação fiduciária de bem imóvel.
O que isso significa? De maneira mais
simples, significa que as instituições financeiras autorizadas a emitirem LCIs
usam parte de suas carteiras de créditos imobiliários como garantia para uma
aplicação que pode ser oferecida a seus clientes. Os recursos aplicados, por
sua vez, são direcionados para financiamentos habitacionais, dando garantia
real, que é o imóvel financiado com seus recursos.
Qualquer pessoa física ou jurídica pode
optar por este tipo de aplicação, desde que tenha o valor mínimo disponível
exigido pelas instituições. Até pouco tempo, o valor mínimo era de R$ 10 mil reais,
mas já há opções no mercado a partir de R$ 1 mil .
Quanto ao prazo da aplicação, o montante
deve ficar aplicado por, no mínimo, dois meses. "Não existe um prazo
máximo, pois depende do lastro da instituição, mas a maioria dos investimentos
gira em torno de 2 a 12 meses", pois não é comum o investidor querer um
papel tão longo e é essa liquidez que também chama a atenção dos investidores.
A remuneração de LCI é
calculada tendo por base o percentual do Certificado de Depósito Interbancário
(CDI), taxa média de depósitos interfinanceiros de um dia, divulgada pela CETIP, desta forma, você verá sua aplicação rendendo diariamente.
Vantagens e riscos da aplicação as LCIs
conferem aos seus tomadores direito de crédito pelo valor nominal, juros e, se
for o caso, atualização monetária.
Frente a alternativas, como fundos de renda
fixa e CDB, a isenção de imposto de renda é o que torna o investimento em LCIs
mais atrativo. "Uma LCI, num prazo de 180 dias, que promete rendimento de
90% do CDI, garante esses 90%. Para um CDB com a mesma rentabilidade líquida,
seria necessário um rendimento bruto de 116,13%, ou seja, praticamente
impossível de encontrar e além disso, a liquidez e o baixo risco são outros
diferenciais.
Normalmente os bancos “menores” ofertam uma
remuneração melhor que os bancos tradicionais, pois é a única forma de
concorrer com os “grandes bancos”. Para uma segurança, melhor aplicar nestes
bancos o valor máximo de R$ 250 mil, pois desta forma você terá a garantia do
Fundo Garantidor de Crédito – FGC.
"O único risco da aplicação, por conta
de ser um título privado, é o de a própria empresa ter problemas", "no
entanto, a instituição só pode emitir letras com base em lastros de créditos já
desembolsados, ou seja, um limite que dá segurança ao investidor".
Então, não perca tempo e coloque logo este tipo de aplicação em sua carteira de investimentos, pois lembre-se que diversificar é preciso.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Você conhece a aplicação em CDB ?
O CDB, Certificado de Depósito Bancário, é uma aplicação de renda fixa, cuja rentabilidade e o prazo são conhecidos no ato da aplicação, com pagamento em datas preestabelecidas, remunerados a taxas pré ou pós-fixadas.
É um título que os bancos emitem para se capitalizar , ou seja, conseguir dinheiro para financiar suas atividades de crédito. Portanto, ao adquirir um CDB, o investidor está efetuando uma espécie de “empréstimo” para a instituição bancária em troca de uma rentabilidade diária.
Existem três tipos principais de CDB: o prefixado, o pós-fixado e os que pagam juros mais um índice de inflação. No primeiro, o investidor negocia com o banco uma taxa predefinida e, durante a vigência daquele título, receberá sempre a remuneração que foi acordada.
Outro tipo de CDB é aquele cuja remuneração varia de acordo com um índice de inflação (principalmente o IPCA) e uma taxa de juros prefixada. Então o investidor pode ganhar, por exemplo, IPCA mais 5% ao ano para comprar e segurar o papel até o vencimento.
O tipo mais comum de CDB, no entanto, é o pós-fixado. Neste caso, a rentabilidade do investimento é baseada em alguma taxa de referência. A principal delas é o CDI (certificado de depósito interbancário), que está sempre muito próxima da Selic (taxa básica de juros).
Isso quer dizer que, ao comprar um CDB pós-fixado, você terá uma rentabilidade parecida com a Selic. Mas é preciso se atentar ao percentual que será pago do CDI não é fixo e pode variar de banco para banco, dependendo do valor investido e da negociação efetuada. Existem instituições que oferecem uma rentabilidade de 70% do CDI enquanto outras chegam a pagar 115%, por exemplo. Podem também efetuar uma progressão no rendimento de acordo com o prazo, exemplo, começando com 80% do CDI até 90 dias, 90% de 90 a 120 dias e assim por diante até chegar ao máximo ofertado pelo banco.
Há risco de aplicar no CDB? Existe a possibilidade do risco do banco quebrar por exemplo,mas esta aplicação é garantida pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até o limite de R$ 250 mil. Caso o banco emissor do CDB quebre, o investidor tem a segurança de ter até este valor garantido pelo fundo. Caso você tenha mais dinheiro, o ideal é dividir os recursos entre diferentes instituições financeiras de forma que nunca tenha mais de R$ 250 mil aplicados em papéis de um mesmo banco.
Você não precisa necessariamente comprar um CDB do banco onde tem conta. Pesquise os bancos que oferecem a maior remuneração ou corretoras que possuem plataformas de distribuição de CDB de diversos bancos, o que facilita a pesquisa. Encontrar a melhor taxa pode fazer uma grande diferença no longo prazo, os bancos menores normalmente oferecem maior remuneração, mas com valor mínimo de aplicação maior assim como o prazo.
Você pode escolher entre CDB pré e pós-fixado ou indexado a um índice de inflação. Os prefixados são indicados quando a taxa de juros está alta, mas com tendência de queda. Os pós-fixados são indicados para quando a tendência da taxa é subir ou permanecer alta. Já o CDB que paga um índice de inflação mais juros é indicado para quem quer proteger o poder de compra no longo prazo e ainda obter um ganho real.
Uma das principais vantagens do CDB é que não é cobrada nenhuma taxa para essa aplicação, ao contrário de fundos DI ou Tesouro Direto, por exemplo. Mas o investidor terá de pagar IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para aplicações de menos de 30 dias, conforme tabela abaixo:
Outro tributo, este obrigatório para todos os casos de investimento em CDB, é o Imposto de Renda. A alíquota varia de acordo com o prazo da aplicação: 22,5% do lucro para investimentos de até 180 dias; 20% para 181 a 360 dias; 17,5% para 361 a 720 dias e 15% para 721 dias ou mais.
Nem todos os CDB possuem liquidez diária. Isso quer dizer que o investidor pode ter de esperar o término do prazo de carência para resgatar os recursos. Nesses casos, entretanto, geralmente o retorno é mais interessante.
O DI acompanha a taxa básico de juro (Selic) e, por isso, é utilizado como parâmetro de remuneração em títulos pós-fixados.
Caso tenha curiosidade de calcular a remuneração, o primeiro passo é dividir a taxa DI do dia por 252 (número convencionalmente utilizado no mercado financeiro para definir o número de dias úteis em um ano). Essa conta é necessária porque a taxa DI é anual, mas a oscilação do Certificado varia diariamente. O resultado deste cálculo é a rentabilidade do primeiro dia.
Para saber quanto vale seu investimento, é necessário saber a porcentagem do DI que o banco paga na aplicação. Isso é informado logo no início do investimento, quando o cliente compra o CDB. Se o banco paga 90% do DI, basta calcular 90% do juro do dia.
Rentabilidade Diária = [(taxa DI diária/252) x 100] x porcentagem do DI paga no CDB
No segundo dia de acompanhamento, o procedimento é o mesmo. O investidor deve dividir a taxa diária por 252 e depois calcular a porcentagem que o banco remunera. Mas, ao invés de somar esse resultado com o do dia anterior, o investidor deve multiplicá-los, isso ocorre porque são juros compostos. A pessoa deve fazer isso diariamente, até o vencimento do CDB. Depois de um mês, por exemplo, o investidor irá obter a rentabilidade do período.
Sinceramente, eu prefiro ver o saldo a cada semana, mais fácil e prático.
Este tipo de aplicação é recomendada para prazo de médio a longo prazo por conta de liquidez (disponibilidade do dinheiro para sacar).
Este tipo de aplicação é recomendada para prazo de médio a longo prazo por conta de liquidez (disponibilidade do dinheiro para sacar).
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domingo, 30 de março de 2014
Você está preparado para investir?
Antes de pensar em investir, você pode afirmar que está preparado? a pergunta não seria sobre seus conhecimentos em investimentos, produtos disponíveis etc, mas sim sobre sua saúde financeira. Partimos do princípio que o dinheiro que será investido deve ser para este fim, pois se vai precisar utilizá-lo a curto prazo, terá que investir dentro deste período.
O ideal antes de investir, é ter uma saúde financeira, com suas finanças bem controladas e em dia, assim conseguir pensar em qual o tipo de investimento, de acordo com seu perfil e prazos para obter o melhor retorno.
Imagine que você tem uma quantia sobrando neste mês, que só irá utilizar daqui a 4 meses, desta forma você investiria em poupança ou CDB por exemplo? não seria aconselhável o CDB, pois este produto de investimentos seria adequado para cerca de 2 anos, pois há incidência de IR e o percentual de ganhos é gradativo pelo período, inicialmente cerca de 80% do CDI e aumenta de acordo com a carência até 110% dependendo do Banco. Abaixo a tabela desconto do IR pelo tempo da aplicação:
De acordo com a tabela, após 4 meses, sobre o rendimento haveria uma tributação do IR de 22,5% "comendo" uma boa parte deste rendimento. Já na poupança, para este mesmo caso, o montante aplicado por 4 meses, terá juros + TR sem incidência de IR tendo liquidez imediata para saque, já o CDB liquidez na média de 2 dias úteis.
Para um investimento estruturado, você deve ter em mente o tempo que irá aplicar a quantia e assim verificar no mercado, qual o melhor produto para atender ao seu prazo e rendimento esperado.
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