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quinta-feira, 30 de junho de 2016
Tesouro Direto, chegou a hora de pagar os 0,30% a.a.
Para os investidores do Tesouro Direto, amanhã, dia 1 de julho, teremos a cobrança da taxa da BMF.
Essa taxa é de 0,30% a.a. cobrada pró-rata, ou seja, equivalente ao período que você ficou com o investimento.
Se a taxa soma mais de 10 reais por corretora (se você tiver títulos custodiados em corretoras diferentes), ela é cobrada dos investidores todo dia 1 de janeiro e 1 de julho.
É importante ficarmos de olho para não sermos pegos de surpresa. Normalmente você recebe um e-mail informando o valor acumulado e qual corretora esta atribuída. Lembre de ter saldo na conta da corretora para pagar este custo.
No extrato dos seus títulos no Tesouro Direto está descrito o valor acumulado desta taxa para cada papel. Dessa forma, você consegue antecipar qual será o valor da cobrança.
Caso você tenha títulos de NTN-B e NTN-F (que pagam juros semestrais), os débitos das taxas referentes a estes títulos serão diluídas nos pagamentos do adiantamento de juros que ocorre semestralmente.
Fique atento!!%
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Mercado financeiro - o que esperar de 2016 ?
O que esperar do mercado financeiro em 2016? um milagre? impeachment? golpes? ameaça de crise chinesa? alta de juros ? PIB mais negativo que o esperado? a volta de Jesus?
Todos nós podemos enumerar diversas listas com as possibilidades que podem ocorrer no mercado financeiro, particularmente no Brasil, devido a crise ser mais política, mas que paralisou a economia. O governo brasileiro é incapaz de articular ações que gerem estabilidade econômica, apesar de saber que tem que cortar gastos e planejar melhor os investimentos principalmente nos setores da economia que alavancam a produção, estão preocupados em determinar qual partido será melhor para o país.
De qualquer forma, os investidores estão apreensivos com o cenário que está por vir, pois há pressão no mercado externo em relação a alta do dólar e aumento da taxa de juros nos EUA, e principalmente o que a nossa "equipe econômica" pode fazer.
A priori, a maioria está na defensiva com seus investimentos, apostando em renda fixa pré-fixada (CDB, Tesouro Direto) e outros produtos que não tenham tanta volatilidade por conta das taxas de juros. Quem tem condições de aplicar parte de seu capital em renda variável (principalmente ações), mas pensando em médio e longo prazo, pode colher rendimentos muito bons. A incerteza domina todas as cabeças dentro e fora de nosso país, a única certeza que podemos ter, é que não a certeza de nada!
Todos nós podemos enumerar diversas listas com as possibilidades que podem ocorrer no mercado financeiro, particularmente no Brasil, devido a crise ser mais política, mas que paralisou a economia. O governo brasileiro é incapaz de articular ações que gerem estabilidade econômica, apesar de saber que tem que cortar gastos e planejar melhor os investimentos principalmente nos setores da economia que alavancam a produção, estão preocupados em determinar qual partido será melhor para o país.
De qualquer forma, os investidores estão apreensivos com o cenário que está por vir, pois há pressão no mercado externo em relação a alta do dólar e aumento da taxa de juros nos EUA, e principalmente o que a nossa "equipe econômica" pode fazer.
A priori, a maioria está na defensiva com seus investimentos, apostando em renda fixa pré-fixada (CDB, Tesouro Direto) e outros produtos que não tenham tanta volatilidade por conta das taxas de juros. Quem tem condições de aplicar parte de seu capital em renda variável (principalmente ações), mas pensando em médio e longo prazo, pode colher rendimentos muito bons. A incerteza domina todas as cabeças dentro e fora de nosso país, a única certeza que podemos ter, é que não a certeza de nada!
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