domingo, 17 de maio de 2015

Fundos imobiliários - Como ser o Sr Barriga, mas recebendo!!

Por histórico, o brasileiro gosta de investir em imóveis para obter uma renda futura, ter um bem paupável que gere receita mensal com os aluguéis!! O sr Barriga, personagem do programa do Chaves, fazia a cobrança dos aluguéis, mas o seu Madruga nunca pagava, e este pode ser um dos problemas que o dono do imóvel pode ter com o inquelino. Agora imagine você ter imóveis que não vai precisar preocupar-se com a cobrança do aluguel, reformas e todos os problemas que podem vir com esta forma de investimento, parece impossível? não é!! Cito o investimento em Fundos imobiliários, já fiz um post aqui sobre este investimento, clique aqui para ler.
Em minha carteira de investimentos, tenho atualmente 4 fundos, onde todo mês recebo o "aluguel" que fica disponível minha conta na corretora para sacar ou reaplicar. Com rendimentos bem atraentes conforme abaixo :

BBPO11 0,78%
BRCR11 0,95%
FEXC11B 1,23%
FFCI11 0,85%

Rendimentos bem acima da poupança e que não tenho trabalho algum em ficar acopanhando como em caso de ter um imóvel físico. Fora os "aluguéis, a cota tem oscilação de valor assim como as ações, então posso ganhar também com a valorização delas caso queira vender. E o melhor de tudo, não em IR, o rendimento é isento!! Então você deve considerar este tipo de investimento em sua carteira, principalmente pensanso a longo prazo.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Juros altos, o que acontece com a poupança ?

O tempo passa, o tempo voa, mas a poupança continua perdendo feio para a inflação. Em tempos de juros e inflação alta, o correntista da poupança perde ainda mais o poder de compra na rentabilização de seu dinheiro. Com os juros acima de 8,5% a poupança remunera 0,5% + TR, que é muito baixo para uma aplicação. Segundo as notícias dos últimos dias, as retiradas nesta aplicação geraram um deficit entre o valor aplicado e resgatado.
Neste contesto de juros e inflação alta, vale muito mais a pena investir na renda fixa (para os poupadores de poupança), como CDB por exemplo, que tem juros atrativos com este cenário. 
Infelizmente a maioria da população conhece historicamente somente a poupança, aplicando neste produto por ser fácil de entender e acompanhar. Mas fazendo as contas, irão perceber que o poder de compra de seu dinheiro, está perdendo para a inflação e isto vai refletir em perdas maiores a longo prazo. Mude, tome atitude e procure saber mais sobre outros tipos de investimentos!

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Como comprar imóvel a partir de R$ 1,52 ?


A pergunta pode parecer absurda ou sensacionalista, mas não é!! Você pode realmente comprar parte de um imóvel a partir de R$1,52 (valor cota Rio Bravo renda corporativa FFCI11 fechamento sexta-feira).
Este tipo de investimento está atrelado aos Fundos imobiliários, onde você compra parte de imóveis como de maneira simples e vantajosa, recebendo aluguéis mensais sobre a parte que possui (cotas), sendo sobre imóveis comerciais, residenciais, galpões, hospitais.escolas, universidades, hotéis, agências bancárias etc.

No caso que citei pelo valor de R$ 1,52 é o fundo imobiliário da Rio Bravo ( FFCI11), que possui prédios e lajes corporativas, constituído em 23/12/1999, administrado pela Rio Bravo Investimentos DTVM Ltda. O fundo tem por objetivo realizar investimentos de longo prazo por meio de aquisição e posterior gestão de imóveis de natureza comercial, proporcionando a seus cotistas uma remuneração para o investimento realizado por meio de pagamentos mensais (aluguéis).

O risco deste tipo de investimento é o mesmo que você comprar uma casa ou apartamento para alugar, ficar sem inquilino, mas que neste tipo de investimento é menor por ser comercial e ter um gestor que é responsável por minimizar este risco. Na bolsa existem centenas de fundos com diversos valores de cotas, citei o da Rio Bravo por ter um valor muito acessível e por ter ele em minha carteira de investimentos desde outubro 2013. Para você ter uma ideia da vantagem deste investimento, ele rentabiliza em média 0,89% mensais contra 0,50% + TR da poupança. Achou pouco? tenho outro fundo de investimento que está rentabilizando entre 1,22% a 1,33% mensais, com valor unitário de cota de R$ 95,90 (fechamento de valor sexta-feira). Então você pode comprar as cotas e ficar recebendo os aluguéis mensais e caso queira ou necessite, ganha também vendendo a cota, pois ela tem oscilação de valor assim como as ações, obvio que venderia na alta para ter mais lucro, mas eu utilizo esta opção de investimento para longo prazo, não penso em vender!!

De forma simples, você pode comprar partes de Shoppings, Escolas, lajes corporativas etc com valores muito acessíveis, além de comentar com seu cunhado "metido" que tem parte destes imóveis corporativos,rs

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Bolsa de valores em queda, e agora?

O cenário da bolsa de valores é desanimador para os que estão a pouco tempo no mercado ou pensam em entrar, praticamente todas ações caindo, Petrobrás arrastando todas as cotações para baixo. Diante disto, é bom evitar a bolsa certo? depende da sua estratégia de investimentos, pois você pode aproveitar para aumentar a sua posição de ações com preço baixo em sua carteira ou especular aguardando um posicionamento para lucrar.
No meu caso, eu estou fazendo os dois, aproveitando as quedas para comprar mais ações, aumentar meu posicionamento e especular no momento necessário. É importante lembrar que investimentos em ações, tem que ter uma estratégia, e com o o básico de aplicar valores que não serão necessários no curto prazo.
Hoje comprei Petrobrás que está com seu menor valor desde 2005, pode ser que desvalorize ainda mais, de qualquer forma, minha meta é para longo prazo. Banco do Brasil, comprei pelo preço e também para aumentar posição nesta ação.
Para a minha estratégia de investimentos, está aberta a temporada de compras, afinal no fim das crises, surgem novos milionários, então é bom estar preparado.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Ações Petrobras despencando, o que fazer?


Não está fácil para ninguém o mercado de ações, principalmente se você tem em sua carteira as ações da Petrobras. Hoje a PETR4 fechou hoje com queda de 4.70% no valor de R$ 12,58 praticamente raspando a menor cotação do ano em 17 de março (R$ 12,57), então fica a pergunta, o que fazer com suas ações?

Você tem 3 opções de acordo com sua estratégia de investimentos:

  1. Simplesmente xingar a Dilma, blasfemar aos berros e vender suas ações, amargando o provável prejuízo realizado.
  2. Não fazer nada com as ações pensando a longo prazo, quem sabe em uma eventual recuperação de preço da ação, rentabilizar um lucro ou recuperar o prejuízo.
  3. Pensando ainda no longo prazo, onde sua intenção seria ter na carteira um pouco de emoção, dividendos e quem sabe em 2020 celebrar ter esperado com paciência e suco de maracujá, comprar com moderação mais ações, onde também pode praticar especulação em eventuais valorizações.
Estas são as opções que cada investidor deve pensar com cuidado antes de promover qualquer alteração em sua carteira de ações. Lembro sempre que investimentos em ações, principalmente para os pequenos investidores será para longo prazo, pois não tem o suficiente para promover bons ganhos imediatos, portanto paciência e moderação com as ações PETR4.

domingo, 22 de junho de 2014

Aplicação em LCI, melhor que o CDB?

O objetivo dos investidores  é aliar segurança com maior rentabilidade, normalmente as aplicações em renda fixa viabilizam esta premissa. Somando a isto uma aplicação que tenha isenção de IR, o mundo parece perfeito para este investidor.
Uma ótima opção neste contexto são as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) ,  conservadoras e de baixo risco, mas com uma rentabilidade maior do que muitas alternativas mais tradicionais, principalmente por conta da isenção do Imposto de Renda, na fonte e na declaração, para os investidores pessoa física. O ems LCIs podem ser lastreadas em créditos imobiliários garantidos por hipoteca ou por alienação fiduciária de bem imóvel.
O que isso significa? De maneira mais simples, significa que as instituições financeiras autorizadas a emitirem LCIs usam parte de suas carteiras de créditos imobiliários como garantia para uma aplicação que pode ser oferecida a seus clientes. Os recursos aplicados, por sua vez, são direcionados para financiamentos habitacionais, dando garantia real, que é o imóvel financiado com seus recursos.
Qualquer pessoa física ou jurídica pode optar por este tipo de aplicação, desde que tenha o valor mínimo disponível exigido pelas instituições. Até pouco tempo, o valor mínimo era de R$ 10 mil reais, mas já há opções no mercado a partir de R$ 1 mil .
Quanto ao prazo da aplicação, o montante deve ficar aplicado por, no mínimo, dois meses. "Não existe um prazo máximo, pois depende do lastro da instituição, mas a maioria dos investimentos gira em torno de 2 a 12 meses", pois não é comum o investidor querer um papel tão longo e é essa liquidez que também chama a atenção dos investidores.
A remuneração de LCI é calculada tendo por base o percentual do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), taxa média de depósitos interfinanceiros de um dia, divulgada pela CETIP, desta forma, você verá sua aplicação rendendo diariamente.
Vantagens e riscos da aplicação as LCIs conferem aos seus tomadores direito de crédito pelo valor nominal, juros e, se for o caso, atualização monetária.
Frente a alternativas, como fundos de renda fixa e CDB, a isenção de imposto de renda é o que torna o investimento em LCIs mais atrativo. "Uma LCI, num prazo de 180 dias, que promete rendimento de 90% do CDI, garante esses 90%. Para um CDB com a mesma rentabilidade líquida, seria necessário um rendimento bruto de 116,13%, ou seja, praticamente impossível de encontrar e além disso, a liquidez e o baixo risco são outros diferenciais.
Normalmente os bancos “menores” ofertam uma remuneração melhor que os bancos tradicionais, pois é a única forma de concorrer com os “grandes bancos”. Para uma segurança, melhor aplicar nestes bancos o valor máximo de R$ 250 mil, pois desta forma você terá a garantia do Fundo Garantidor de Crédito – FGC.

"O único risco da aplicação, por conta de ser um título privado, é o de a própria empresa ter problemas", "no entanto, a instituição só pode emitir letras com base em lastros de créditos já desembolsados, ou seja, um limite que dá segurança ao investidor".
Então, não perca tempo e coloque logo este tipo de aplicação em sua carteira de investimentos, pois lembre-se que diversificar é preciso.

sábado, 3 de maio de 2014

Investimento em ações, como fazer?

Investir em ações é uma boa? esta é uma pergunta que muita gente faz quando chega a um nível de investimentos. Nível de investimentos porque investir na bolsa sem ter outras opções para o pequeno investidor é correr um risco alto e desnecessário. Conforme meu primeiro post no blog "Você está preparado para investir" , é recomendável que tenha outros investimentos antes de começar a investir em ações. Ações são investimentos de Renda Variável, ou seja, seus ganhos não são sempre os mesmos e você pode até perder parte do que investiu ou tudo.

O que é uma ação?

Uma ação é a menor parte do capital de uma empresa, é um pequeno pedaço dela. Uma pessoa que compra uma ação passa a ser uma pequena sócia da empresa.
As ações se diferenciam basicamente pelos direitos que concedem a seus acionistas.
No Brasil, elas estão divididas em dois grandes grupos: as ações Ordinárias e as ações Preferenciais. Ambos os tipos de ações devem ser Nominativas, ou seja, seu detentor é identificado nos livros de registro da empresa.
As empresas também podem emitir diferentes classes de ações e criar quantas classes quiser. Essas classes de ações recebem uma letra, conforme objetivos específicos.
A empresa pode, por exemplo, estabelecer em seu estatuto valores diferenciados de dividendos ou proventos especiais para cada classe de ação.
Uma ação PNA indica uma ação PN (Preferencial Nominativa) classe A. A classe A pode indicar que seja uma ação com dividendo mínimo, e classe B com dividendo fixo.

Ações PN


As ações Preferenciais Nominativas (PN) são aquelas que menos protegem o acionista minoritário, porque não lhe dá o direito de votar em assembleia e ainda, em caso de venda da empresa, não lhe garante o direito de participar do prêmio de controle (que nada mais é do que um valor maior pago ao acionista que detém o comando da empresa).
São ações típicas do mercado brasileiro. Não há ações com essas características em mercados mais desenvolvidos, como o americano, por exemplo.
No Brasil, no entanto, são as ações PN as que geralmente têm maior liquidez, porque permitem à empresa emitir ações, sem precisar ter sócios com direito a voto, não correndo assim, risco de perder o controle da empresa.
A nova Lei das Sociedades Anônimas limitou a emissão de ações PN. Atualmente, ao constituir uma nova empresa, para cada ação ON a empresa pode emitir apenas uma ação PN. Antes essa relação era de duas ações PN para uma ação ON. As empresas que já possuíam capital aberto antes da entrada em vigor da nova lei podem continuar emitindo ações pela regra antiga. 
Os acionistas preferencialistas, como são chamados os detentores de ações PN, contudo, têm preferência no recebimento dos dividendos pagos pela empresa, quando ela tem lucro. A legislação estabelece dividendo mínimo obrigatório para as ações PN, e se a empresa não pagar dividendos por três anos consecutivos, os detentores de ações PN adquirem direito a voto.
Algumas empresas estão alterando seus estatutos com o objetivo de estender às ações PN o tag along que é o direito de participar do prêmio de controle pago ao acionista controlador da empresa, quando da sua venda. No Novo Mercado, um segmento da BM&FBovespa para listagem de empresas que se comprometem voluntariamente a adotar práticas de governança corporativa, são admitidas apenas empresas com ações ON.

Ações ON


Os detentores de ações Ordinárias Nominativas (ON) têm o direito de votar nas assembleias da empresa. No entanto, na maioria das vezes, eles não têm poder de veto.
O direito de veto ganha relevância nos casos em que há divergências entre os acionistas controladores. Veja por exemplo o caso de uma empresa que tenha três sócios no controle e um deles discorda sobre determinado assunto na assembleia. Esse sócio pode, dependendo da circunstância, vir a ter direito de veto ao se juntar a outros minoritários detentores de ações ON.
O que torna as ações ordinárias ainda mais interessantes para o investidor, contudo, é o tag along. A Lei das Sociedades Anônimas determina que todo acionista com ações ON tenha direito de participar do prêmio de controle. Pela lei, esses acionistas possuem o direito de receber por suas ações no mínimo 80% do valor pago para o controlador em caso de venda da empresa.
Em função da evolução do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, a maioria das empresas que tem realizado abertura de capital tem optado por esse segmento. A principal exigência desse mercado é que o capital social da empresa seja composto somente por Ações Ordinárias.

Blue chips
As ações conhecidas como blue chips são aquelas que apresentam maior liquidez, ou seja, as mais negociadas no mercado. Esses papéis, geralmente de grandes empresas, têm a maior tradição de segurança no mercado acionário, ex.: Vale do Rio Doce, Petrobrás etc.


Como comprar ações ?

Você pode comprar ações por 3 meios :

1) Fundos de Investimento: um fundo funciona como um condomínio. Cada um dos seus investidores possui uma cota, que corresponde a uma porção do total de ações que o fundo tem.
Cada fundo tem seu próprio estatuto, que informa suas regras e o grau de risco de seus investimentos.
Todo fundo precisa ter um gestor certificado pela CVM, que coordena as compras e vendas de ações.
Assim, quando uma pessoa adere a um fundo, deve estar de acordo com sua política de investimento, especificada em seu estatuto.

2) Clubes de Investimento: os clubes têm um caráter menos formal que um fundo.Um grupo de amigos ou familiares pode formar um clube, que pode ser aberto com no mínimo três pessoas e chegar até um limite de 150.
Diferentemente dos fundos, não precisam de um gestor certificado pela CVM, mas um representante que dê à corretora a ordem de compra ou venda de ações.
Nesse caso, há maior liberdade por parte das pessoas que compõem o clube sobre quanto e onde será investido.

3) Individualmente: nessa situação, a pessoa controla as ordens de compra e venda de suas ações.
Para escolher quais ações comprar, pode contar com os consultores da corretora, que irão tirar dúvidas e ajudar a identificar quais são os bons investimentos para aquele momento.
O investidor pode acompanhar sua conta, ter acesso aos custos de operação e comprar e vender ações pela Internet (com exceção dos fundos, onde quem compra e vende é o gestor).
O nome desse serviço é Home Broker e pode ser acessado pelo site de uma corretora que oferece este sistema. A lista dessas corretoras pode ser encontrada no site da Bovespa.
As ordens de compra e venda também podem ser dadas pelo investidor por telefone. Ou seja, o investidor liga para sua corretora e informa o que deseja fazer.
Sempre que se compram ou vendem ações, há um período de três dias úteis para que o dinheiro saia ou entre na conta que o investidor possui.
No caso dos fundos ou clubes, cada um tem um regulamento próprio que indica em quanto tempo o dinheiro poderá ser retirado após uma ordem ser efetuada.
O investidor pode comprar ações também através do Home Broker do banco que possui conta corrente.

Taxas

Taxa de operação - cobrada cada vez que é emitida uma ordem de compra ou venda
Taxa de custódia - cobrada mensalmente pela guarda das ações (a corretora pode escolher não cobra-lá nos meses em que o investidor comprou ou vendeu ações)
Taxa de corretagem - paga quando a ordem de compra e venda é feita por telefone. É calculada em relação ao valor da operação.
Taxa de emolumentos - paga à Bovespa e calculada em relação ao valor que envolve a compra ou venda de ações.
Taxa de administração - cobrada nos fundos e clubes, é calculada anualmente em relação ao valor aplicado no fundo e cobrada proporcionalmente ao período em que o investidor manteve operações. Se o investidor retirar o dinheiro em seis meses, pagará uma taxa proporcional ao período.
Taxa de performance - cobrada quando o fundo supera a rentabilidade esperada.
Com exceção da taxa de emolumentos, cobrada pela Bovespa, o valor das outras taxas varia de acordo com a corretora. Por isso, antes de escolher uma corretora, é importante pesquisar.

Qual o valor mínimo para aplicação em ações?

Não há valores mínimos para se investir em ações, eles variam de acordo com a corretora e o preço das ações que serão compradas. Para quem investe valores pequenos, como R$ 1.000, optar por um fundo ou clube pode ser uma maneira de aumentar o total investido.
Porém, quando a quantidade de ações compradas por meio de um fundo for a mesma que a pessoa pode comprar investindo sozinha, torna-se vantajoso comprar diretamente. A vantagem de investir individualmente é que neste caso não se paga a taxa de administração. As ações tem um "lote" mínimo para ser comprada, geralmente "100 unidades", mas você pode comprar Fracionada (deve-se analisar sempre irá compensar devido as taxas). É vantajoso comprar diretamente, mas lembre-se que neste caso, o risco é 100% seu.

Há diversas estratégias de investir na bolsa, mas que somente após a participação no mercado, comprando e vendendo ações, estudando opções e formas é que você poderá verificar qual atende melhor seus objetivos de investimento.

Quais são os riscos de investirem ações? 

A compra de ações é considerada um investimento de alto risco. Por causa das variações nos preços das ações, não há garantia de retorno do que foi investido.
Essas altas e baixas podem acontecer, por exemplo, devido a alterações no setor de atuação da empresa,risco de mercado ou risco político, tudo pode influenciar o mercado.
O que também pode acontecer é o risco de liquidez. O problema aí é não conseguir vender uma ação que tenha sido comprada. Por isso, o ideal é não investir em ações valores que sejam necessários em curto prazo. Investir em ações deve ser um dos últimos patamares de investimentos para o pequeno investidor.
Fora a falta de conhecimento, o principal problema de investir em ações é o fator emocional, pois mesmo que faça cursos, pesquise, converse com profissionais do mercado, no fundo o que vai comandar suas compras e vendas, será o fator emocional. Normalmente, as pessoas querem comprar ações quando dizem que o mercado está bom e querem vender quando o mercado está ruim, muitas vezes despencando. Se o investimento é para longo prazo, as ações são de empresas sólidas e atuantes a décadas, por que correr para vender? Então pense muito bem antes de começar a investir em ações, tenha certeza que já tem em sua carteira de investimentos opções de boa liquidez.

Onde buscar informações ?

Fora este blog, rs ... A CVM tem um site para investidores que ajuda muito, acesse Portal do investir

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima)também oferece, por meio do portal "Como investir?", informações sobre fundos de investimentos e ações.